23 de setembro de 2006

O futuro tremido do reino dos Tugas

Já todos pensámos se tudo não seria diferente se fossemos parte do belo país de "nuestro hermanos". Já todos suspirámos, mais ou menos vezes, que devia vir o Rei e a Rainha, o (belo!-desculpa Amorzinho há que ser honesta!) Príncipe e sua esposa (A Da Laqueação,também conhecida por D. Letizia) e tomar isto tudo, entregá-lo ao governo e ver a província portuguesa incluída na economia que mais cresce da União Europeia!

Provavelmente ganharíamos mais... ou não! Tínhamos melhores condições de vida... ou não! Há uma pessoa que nós conhecemos que diria "todos os dias teríamos a Marca" (que para quem não sabe é o maior jornal desportivo espanhol)!

A imagem que nos chega de Espanha é sem dúvida tentadora. Mas pensemos: alguém quando apresenta um familiar ou amigo diz quais são os seus defeitos? Ora pois claro! É mesmo isso que queremos dizer: e quais serão os defeitos de Espanha? Quais serão as coisas más ou menos boas? E também já pensaram as voltas que o coitado do D. Afonso Henriques, que até bateu na mãe, dá no túmulo cada vez que um português solta um sentido "ai não virem os espanhóis e tomarem conta disto"? E quem diz o Afonsinho, diz o desgraçado do Martim Moniz. É que ficar entalado numa porta não deve ser muito agradável!

De qualquer das formas, as alminhas destes dois só podem ter dois estados. Das duas uma: ou estão orgulhosos com o nosso espírito crescente de "nacional porreirismo" e de desenrasca. Ou então estão os dois encostados a uma nuvenzita lá no céu, com uma garrafa de whisky rasca na mão, arrependidos dos sacrifícios que andaram a fazer por estes 10 milhões e tal de ingratos que agora têm vontade de entregar isto aos espanhóis sem dar luta nenhuma...

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